22/11/09

Maldita directa... D:

Ora boas. Ou más, não importa. :3 Venho por este meio informar nada de relevante às vossas vidas. Vossas, de quem ler este Antro da Inutilidade. :3 Apenas quero MATAR (MUAHAHAHAHAH!!!... not.) um pouco do meu tempo. 

Estou doente, cheia de tosse. Há uma semana que estou assim e isto não anda nem desanda. Já estou a tomar antibióticos, receitados por um médico que cá veio. Estou movida a Broncoliber (sim, parece remédio de broncos, mas não é), a Ananase, de vez em quando, a Mebocaínas e a Strepfen's. E leitinho quente com mel, ou então com chikelate. ^^ Esta merda piorou quando fiz a minha primeira directa de trabalho deste ano: de quinta para sexta da semana que passou... Acabei os trabalhos, entreguei-os, mas fiquei pior que mal. Para além de ter a garganta como se um gato aqui tivesse estado a afiar as garras, fiquei enjoada não sei porquê. Conclusão: depois de entregar tudo o que tinha pra entregar, vim pra casa dormir. Deitei-me eram 3 da tarde, de sexta feira. Dormi 21 horinhas maravilhosas e acordei por volta do meio dia de sábado... Foi tão bom... x) 

Mas a maratona ainda não terminou. Ainda tenho de trabalhar que nem uma mula. Animação exige 30000000000 desenhos pra fazer um clip de 2 segundos... -.-' A sorte é que é um trabalho mesmo fixe: nas outras faculdades o trabalho é estudar, escrever, decorar, fazer contas, grelhas, etc. ... Aqui não. Aqui o trabalho é dar asas à imaginação e inventar algo criativo, é criar! Por muito trabalho que dê, é algo que no fim é muito gratificante! O meu trabalho é desenhar, criar, imaginar, dar vida! :D Por isso, quando me vêm com a conversa de que "tem que ser, temos d ir estudar" ou "é uma maçada ir para a faculdade", eu digo que não, nada disso! xD Adoro ir para a faculdade, adoro os meus estudos! E espero um dia vir a adorar o meu emprego! E não é só isso: para além de desenharmos, criarmos, darmos vida, também ficamos com uma cultura bastante rica, porque nós, o pessoal de artes, temos que saber um pouco de tudo para podermos criar algo inovador e criativo, temos de desenvolver a nossa massa cinzenta, saber imensas coisas. Portanto, para além de gostar do que faço, gosto de aprender o que me oferecem. Muitas vezes as aulas oferecem muito mais do que a matéria que está no programa, e acho que essa parte é a melhor! Não é um sacrifício para mim ir às aulas. E quando não vou, é mesmo porque não posso, ou estou mesmo em baixo, ou doente.

Enfim, já nem me lembro do que me levou a escrever no Antro hoje. Portanto, fico-me por aqui.

Peace! ^^

18/11/09

Objecto Voador Não Identificado

Não estou bêbeda, não estive a fumar nada. Estive agora mesmo à janela, são 19:54pm, quarta-feira, 18 de Novembro de 2009 e eu acabei de ver um OVNI. Não estou a gozar, não estou a mentir, não estou a alucinar. Estava agr à janela e vi duas luzes brancas, lado a lado na horizontal. Eram brancas, piscavam e  também ficavam vermelhas. Durante uns minutos estiveram no mesmo sítio, sem se mexerem, e alternavam entre duas brancas e uma vermelha. Uma cena bué estranha. Não era um avião, não eram daquelas luzes que estão no cimo de cenas muito altas. Eram simplesmente duas luzes lado a lado que piscavam, brancas, e de vez em quando vermelhas. Pá, acreditem ou não, não me interessa, mas eu tinha de escrever isto e gritar ao mundo esta cena estranha. Depois de terem ficado um bom pedaço imóveis, acabaram por desaparecer ao longe, ou seja, aquela merda afastou-se, não percebi se estava a descer ou simplesmente a afastar-se, mas acabou por desaparecer. Tentei ainda perceber se a luz vermelha que aparecia era giratória ou não, mas não consegui perceber... Pá, eu não sou nem estou doida. E não me interessa o que acreditem. Só queria mesmo despejar isto!...

Esperando o Dr. Gregório

Epá desculpem a inutilidade e estupidez deste post, mas tenho de dizer novamente que fico um tanto ou quanto enervada com nicks de émiésiéne que contam a vida de quem os escreve. Pá, peço desculpa, mas são extremamente ridículos. E depois aqueles que falam com alguém pelo nick... Opá porra! Tanta merdinha... 

Vim escrever um bocadite porque não tou com vontade de trabalhar e tou com um cadite de fome também. Claro que escrever não me vai tirar a fome, mas estou à espera do House pra ir jantar. Sim, ele vem cá a casa...

Entretanto devia era estar a comparar Las Meninas, do Velázquez, com As Criadas, da Paula Rego. Mas algo de estranho se anda a passar comigo. Como diz o Reese, o irmão do Malcom, a minhoca alienígena que está dentro da minha cabeça (ele diz que o pai tem uma minhoca alienígena na cabeça num episódio) não deve andar muito bem, ou então abandonou a nave, porque isto ultimamente não tenho feito nada de minimamente racional... Uma boa ideia era espetar aqui com o trabalho quando o concluir. Pode ser que ajude algum estudante ou simplesmente alguém que tenha interesse em saber mais acerca destes quadros, ou ainda: alguém tão genial quanto eu que para o ano (ou em qualquer altura) decida fazer uma comparação de Las Meninas e As Criadas...

Oh well... let's work... D: (samebódi seive mi!!!)

Manhã de Inverno

Apetece-me falar. Pá, apetece-me pronto.

Vou falar do tempo. Não para o matar, até porque não falo na linha temporal, mas para partilhar com quem ler o Antro, nomeadamente este post, o sentimento morno que tive noutro dia à pála do tempo. Não por fazer calorzinho... (É tão fácil encher espaço com palavras que formam frases absolutamente idiotas e que, no entanto, conseguem ter algum sentido no meio de tudo, apesar de serem, na sua totalidade, inúteis...)

Vamos então encher espaço virtual com um monte de letras só pra dizer o que senti no Domingo à tarde... 

Vim eu do Trumps (e foi a primeira vez que lá fui), chego a casa de manhã (quer dizer, ainda estava de noite, mas já eram 6h20) e não faço mais nada: ala de tirar a roupa, vestir o pijama à pressa que estou cansada, e atirar-me redonda na cama! Como habitualmente, depois da saída nocturna, ainda por cima até ser considerada diurna (? wtf?...), tive os meus momentos de ansiedade, medo, remorsos, etc... Mas de manhã... isto é, à tarde, 15h30 que foi quando acordei... Quando acordei senti-me nas nuvens... quase literalmente, porque o céu estava todo cinzento! A primeira coisa que fiz quando abri os olhos foi abrir a persiana (está mesmo ao pé de mim, nem tenho de me levantar para ver a luz do dia quando acordo). Sentei-me então na cama e olhei a rua. Estava frio, mas eu estava quentinha do sono, dos cobertores, da minha querida cama. Olhei e vi as nuvens cinzentas, mas sem chuva. Vi um dia de Inverno, daqueles que eu adoro. Senti-me tão, mas tão bem... O medo, a ansiedade, tinham ido embora, e senti-me verdadeiramente confortável. 

Levantei-me e fui dizer bom dia ao pessoal... :3

Pois é, fui ao T ver aquilo. Sim, é uma discoteca de gays. Sim, estavam lá os gays e até se comiam como se não houvesse amanhã. Não, não me fez impressão. Sim, há uma ou outra lésbica. Sim, também há heteros. Não, não tenho absolutamente NADA contra gays/lésbicas, pelo contrário. Sim, gostei bué e quero voltar lá. Sim, sou a favor do casamento gay. Mas não, acho que não sou a favor da adopção por parte de gays e não consigo explicar de forma coesa o porquê, lamento... 

15/11/09

No words...

14/11/09

Aqueles momentos II

12/11/09

Aqueles momentos


À janela, de noite. Frio de rachar, estrelas no céu. Enrolada no seu camisolão mais quente, observa a rua das traseiras, iluminada pela pálida luz alaranjada dos candeeiros, dispostos de par em par, pelo passeio acima. De um lado, a fileira de prédios suburbanos onde habita, do outro, as respectivas garagens, rasteiras. Ao fundo, a paisagem desbotada de erva seca e uma árvore ao relento.
Passos. O seu olhar poisa naquela mulher, por entre o fumo quente do cigarro. (Que estará ela a fazer?) Umas chaves. Uma porta de um carro que se abriu. Busca qualquer coisa imperceptível de um quinto andar de distância. Fecha a porta e volta para de onde veio. Desaparece na luz laranja e o cigarro acabou.